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Relacionamento + Trabalho

Colegas de trabalho
Até que ponto podemos suportá-los?

Os relacionamentos, de maneira geral, sempre são difíceis, e por isso temos que nos acostumar e aproveitar estes relacionamentos para aprendermos alguma coisa, mesmo que seja para aprender o que não devemos fazer de maneira alguma.
É óbvio que as pessoas são diferentes umas das outras, mas sejamos realistas:
há comportamentos ou personalidades que, definitivamente, não nos agradam e com as quais, fatalmente, nos encontramos, inclusive, com mais freqüência.


Em qual empresa não existe aquela pessoa que está sempre, todos os segundos do dia, prestando atenção na conversa alheia, só esperando para dar um palpite que quase sempre se trata de um palpite errado? A convivência com este ser é complicadíssima, mas fugir dele é praticamente impossível, chegamos até a pensar que este tipo de indivíduo possui clones que se espalham pela empresa e esteja onde você estiver, ele estará por perto.

Existem os mal humorados, que alguns costumam chamar de mal amados. É difícil saber como essas pessoas conseguem viver, passar os seus dias com a cara fechada, esbravejando com todo mundo e sem dar um mero sorriso. Até o tão famoso ‘bom dia’ destas pessoas é capaz de nos fazer um mal terrível, tamanho o mau humor. É natural que as pessoas tenham problemas e, normalmente, é por causa deles que ficam neste estado, mas 365 dias por ano... ah... aí ninguém agüenta!

Pior do que o mal humorado, é aquele que nunca sabemos como vai estar. Quando achamos que ele está de mau humor, ele está disposto a um bom papo; quando achamos que está de bom humor, nos atrevemos falar ao menos um ‘bom dia’ e, como resposta, temos uma pequena patada do tipo: ‘bom dia, por quê?’. Pelo menos com o mal humorado assumido podemos tentar não falar, agora, com este que tem o humor variá-vel é melhor esperar que ele nos dirija a palavra.

Tem aqueles que são engraçados por natureza e tudo é um excelente motivo para uma boa risada. Tem os que se acham engraçados, mas a graça passou longe deles e, infeliz e involuntariamente, acabam se tornando pessoas chatas e, normalmente, inconvenientes.

Existem muitos outros, os excessivamente certinhos; os que sempre acham que o chefe tem razão, mesmo quando isso vai prejudicá-los; os que falam muito e, normalmente, fazem pouco, pois não possuem o dom de fazer as duas coisas ao mesmo tempo e muitos outros.

Isso tudo faz da convivência em uma empresa uma batalha diária, mas temos que ignorar, suportar ou passar por cima destas diferenças todas, pois temos que dar valor ao nosso emprego, já que isso está cada vez mais raro nos dias de hoje.

Algumas atividades organizadas pelas empresas podem mudar ou amenizar a postura dos profissionais no ambiente de trabalho para que a convivência seja a mais agradável possível e aumente a produtividade do grupo. A realização de churrascos e almoços em datas comemorativas ou passeios em plena sexta-feira pode quebrar a rotina e fazer com que todos os colegas de trabalho se conheçam melhor.

Levando-se em consideração que os colegas de trabalho passam a maior parte do dia juntos e que a convivência em grupo se assemelha a convivência familiar, a responsabilidade profissional aliada ao bom relacionamento entre os colegas de trabalho, como um time unido e produtivo, faz com que os profissionais desenvolvam suas atividades menos estressado e de bem com a vida, guardando boas lembranças e sentindo saudades quando não estiverem com o grupo ou quando não estiverem mais neste ambiente profissional.


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